Re: [GEEU-L] Que miséria !

João Paulo Rechi Vita joao.vita em gmail.com
Qua Set 15 15:24:23 BRT 2004


A natalia eu jah inscrevi...  me manda o email da Alcyane que eu
inscrevo ela tb (se ela quiser)

JoaoPaulo


On Wed, 15 Sep 2004 15:05:10 -0300, Flavio de Campos Bannwart
<fcbannwart em uol.com.br> wrote:
> 
> O Brasil, apesar do seu tamanho, é desprovido de qualquer ponto acima de
> 3000 m.
> 
> PS: A Alcyane e a Natália são pesquisadoras em escalada esportiva; acho que
> seria legal se elas integrassem nossa lista.
> 
> ----- Original Message -----
> From: "Mauro Zackiewicz" <maurozac em ige.unicamp.br>
> To: <vamopraonde em yahoogroups.com>
> Sent: Tuesday, September 14, 2004 3:49 PM
> Subject: [vamopraonde] (Fwd) cume
> 
> ------- Forwarded message follows -------
> From:           "Claudenicio dos Reis Ferreira"
> <claudenicio.ferreira em cenpra.gov.br>
> To:             maurozac em ige.unicamp.br
> Date sent:      Tue, 14 Sep 2004 14:14:34 -0300
> Subject:        cume
> Send reply to:  claudenicio.ferreira em cenpra.gov.br
> Priority:       normal
> 
> Aí Maurão:
> 
> Para você que já esteve lá....e sabe de onde vem e para vai.
> 
> []s
> 
> claudenicio
> 
> Satélite muda altura de ponto culminante do Brasil
> da Folha de S.Paulo, no Rio
> 
> A Pedra da Mina (2.798,4 metros), em Minas Gerais, tirou o título de
> ponto mais alto da serra da Mantiqueira (na fronteira de Minas, Rio
> e
> São Paulo) do pico das Agulhas Negras (2.791,6 metros), no Rio de
> Janeiro. O tira-teima geográfico foi possível graças à atualização
> das
> altitudes feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
> Estatística) e pelo IME (Instituto Militar de Engenharia). Marcelo
> André/Divulgação
> 
> Pico da Neblina
> 
> A nova medição confirmou que o pico da Neblina (no Estado do
> Amazonas)
> continua sendo o ponto mais alto do território brasileiro, mas ele é
> 20,3 metros mais baixo do que se imaginava: em vez de ter 3.014,1
> metros, verificou-se que tem 2.993,8 metros.
> 
> Via satélite
> 
> A revisão das altitudes dos maiores picos brasileiros foi feita com
> métodos mais precisos e modernos. Os valores antigos haviam sido
> determinados na década de 1960 com um barômetro, instrumento
> originalmente destinado à medição da pressão atmosférica, que
> permite
> estimar a altitude de pontos geográficos.
> 
> O novo cálculo foi feito utilizando o GPS, um sistema de
> posicionamento global, que, com a ajuda de satélites, indica as
> coordenadas geográficas de um determinado ponto. Para fazer o
> cálculo
> preciso da altitude, foi preciso escalar as montanhas com um
> receptor
> do sistema GPS.
> 
> Além dos picos da Neblina, das Agulhas Negras e da Pedra da
> Mina, o
> IBGE e o IME revisaram também a altitude do pico 31 de Março, no
> Estado do Amazonas. Ele é aproximadamente 20 metros mais baixo
> do que
> se imaginava, tendo 2.972,7 metros, em vez de 2.992,4 metros.
> 
> Entre os quatro picos revisados até agora, o da Pedra da Mina foi o
> que teve o maior valor alterado para cima, "ganhando" por causa da
> medição mais precisa 28,4 metros ao passar de 2.770,0 metros
> para
> 2.798,4 metros. O pico das Agulhas Negras "ganhou" quatro metros,
> passando de 2.787,0 metros para 2.791,6 metros.
> 
> O Projeto Pontos Culminantes ainda irá medir a altura precisa de
> dois
> outros picos: o da Bandeira e do Cristal, ambos na divisa dos
> Estados
> de Minas Gerais e Espírito Santo. Antes da revisão dos quatro
> picos, o
> da Bandeira (2.889,8 metros) era o terceiro maior e o do Cristal
> (2.780,0 metros) era o quinto.
> 
> "O que mudou foi apenas a metodologia. A antiga era a correta para
> a
> época [década de 1960], mas hoje já há um método mais moderno",
> explica Nilo Cesar Coelho da Silva, coordenador de Geodésia do
> IBGE.
> 
> Silva diz que a definição de valores mais precisos ajuda a orientar
> melhor o vôo de aeronaves que voam a uma altitude próxima
> desses
> picos. "Não estamos falando de "boeings", que voam muito mais
> alto,
> mas a definição mais precisa da altura é fundamental para orientar
> a
> navegação de aviões de médio e pequeno porte", afirma.
> 
> ------- End of forwarded message ------- _______________________
>  Mauro Zackiewicz
>  Pesquisador
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