[GEEU-L] RES: freios

Davi Marski (www.marski.org) davi em marski.org
Qui Dez 7 20:03:30 BRST 2006


Complementando o conteudo do Eduardo, o Mauricio Clauzet fez um texto
excelente analisando cada tipo de freio (os mais comuns). Pode ser
encontrado na secao TechInfo do  <http://www.hangon.com.br/>
www.hangon.com.br   Para faciltitar a vida, reproduzo o texto aqui.

 

Alem disso, no meu email anterior eu pensei mais rapido do que escrevei, e
dei a entender que o UIAA tem alguma coisa ver com as normas CE (coisas
completamente diferentes).

 

Com respeito a freios automáticos, alem do GriGri tem o Cinch da Trango (eu
tenho um e adoro, fiz até um review sobre o bicho :
http://www.marski.org/artigos_tecnicos/cinch.htm ), tem tambem um grandao da
Faders (o SUM), se não me engano o Alex tem um desses e outros... o
principio de funcionamento de todos os automaticos é muito semelhante.

 

Com respeito as avaliacoes do Eduardo eu não achei nada para comentar ! ;-)
Acho que é quase um consenso a utilizacao de freios lineares para a
escalada. Eu particularmente tenho usado o Cinch para dar seguranca e para
rapelar o ATC normal (sou dinossouro, não comprei nem o ATC XP nem o
Reverso... snif snif snif). Na patagonia só se via o pessoal com ATC normal
ou o Reverso da Petzl.  Para alta montanha a grande maioria usa o ATC (e
variaçoes), em alta montanha realmente tentar passar a corda (as vezes dura
pelo congelamento) dentro do ATC é um transtorno irritante.

 

Se eu não tivesse nenhum freio e fosse montar o meu rack, com certeza ele
receberia um ATC XP ou um Reverso.

 

Como comentário final (sobre freios), alguns anos atrás, em Itatiaia vi um
senhor já de uma certa idade escalando... fiquei admiriando a “força” e a
destreza do senhor (ele tinha facilmente 60 anos ou mais), olhava a
cadeirinha feita de fita, mosquetoes de aço da pré-história... e de
repente... o que eu vejo pendurado na cadeirinha dele ?! Um manhone !!!!
Sim, um freio do tipo “manhone”, uma verdadeira reliquia, coisa da
pré-historia, dos primórdios da escalada, coisa tao antiga que nem o freio
oito existia quando o italiano Guido Magnone inventou esse negócio...
Minha curiosidade era tao grande (só havia visto isso em livros) que o
senhor vendo que eu prestava atençao nele perguntou para mim : 

 

- Alguma coisa errada ? Posso ajudar em alguma coisa ?

 

Ao que eu tive de responder, bastante constrangido :

 

_ o sr. me desculpe, mas isso aí pendurado no seu rack é um freio manhone ?!

 

O cara abriu um sorriso enorme , veio na minha direçao e me deu o freio para
poder olhar de perto...  Quando fui devolver, ele disse que não precisava
etc.. e tal, que o manhone era um presente para mim !  Claro que nunca usei
tal freio, mas veio para o meu baú de coisas históricas....

 

Ufa... quanto texto ! Para finalizar, como escrevi no começo do email, segue
abaixo o Artigo do Mauricio Clauzet sobre freios :

 

Este artigo enfoca os dispositivos de freio usados em escalada em rocha e
montanhismo. Estes dispositivos de freio são usados tanto para dar segurança
a um escalador como para descer de rapel. São os famosos "8" e "Atc's"...
Existem dispositivos específicos só para descer de rapel, como os descenders
simple, stop e rack, que não servem para a escalada pois não possibilitam
que sejam usados para dar segurança, e o Simple e o Stop não permitem o
rapel em corda dupla, característica fundamental para um equipo de escalada.
Vale lembrar também que qualquer tipo de freio sempre deve ser usado
conectado à cadeirinha através de um mosquetão com trava!

 

Nos primórdios da escalada e do montanhismo, a segurança era feita através
de uma passada da corda pelos braços e atrás das costas. Com a evolução da
escalada em rocha, e o surgimento de vias cada vez mais verticais e
exigentes, surgiu a necessidade de se criar dispositivos com a finalidade
específica de frear a corda por atrito, tanto para dar segurança como para
se descer de rapel. A idéia é que o cara da segurança pudesse segurar uma
grande queda sem ter de segurar a corda com grande esforço.

Vale lembrar que tudo que vai ser falado aqui de nada vale se você não tiver
recebido treinamento para usar o freio e dar segurança. Esse artigo não tem
como objetivo ensinar como usar, mas falar sobre o que existe e suas
principais características. Como usar o freio e dar segurança é algo que
você deve aprender com aulas práticas ministradas por instrutores
comprovadamente experientes. OK?

 

Assim começaram a surgir os freios que conhecemos hoje. A maioria deles foi
projetado para ser usado com cordas com diâmetro variando entre 10 e 11mm.
Para cordas mais finas, de 9mm por exemplo, é necessário verificar nas
instruções do equipo como proceder. Alguns poucos equipamentos são
projetados para uso específico com cordas duplas de 8 a 9mm.

 

Stich Plate, ou Placa, ou Oinc

            O primeiro freio que surgiu foi o "Stich Plate", na década de
70, projetado por engenheiros alemães. No Brasil ele é conhecido
simplesmente por "Placa" ou "Oinc" (por lembrar um focinho de porco visto de
frente). Era um dispositivo simples e eficiente. Não passava de uma placa de
alumínio com dois rasgos paralelos usinados. Introduzia-se o chicote da
corda pelo furo (ou pelos furos, no caso de corda dupla) clipando-se a
seguir o chicote em um mosquetão HMS preso à cadeirinha. Ao ser solicitado
por uma queda a placa descia encostando no mosquetão e travando a corda.
Esse freio também pode ser usado para rapel. Há ainda um laço de corda ou
cordim que deve ser também clipado ao mosquetão HMS (pera) evitando que o
freio se afaste demais do mosquetão e prejudique a frenagem. Posteriormente
adicionaram uma mola à parte inferior da placa, que faz com que esta fique a
uma certa distância do mosquetão, e evitando que a corda trave
involuntariamente quando dando corda para o guia fazer uma costura por
exemplo. No caso de uma queda, a carga pressiona facilmente a mola e tudo se
passa como se ela não existisse. Bom, apesar dessa mola ter melhorado a
usabilidade do equipo, trouxe de quebra uma incrível tendência dessa mola
enroscar em tudo quando guardamos na mochila ou quando se caminha com ela
presa à cadeirinha pela mata... 

 

Freio Oito

            Este é um dispositivo que rapidamente se tornou bastante popular
como dispositivo para segurança, principalmente aqui no Brasil. No entanto,
ele não apresenta poder de frenagem suficiente para dar segurança para um
guia de cordada. Para top rope e rapel está OK, mas para dar segurança para
o guia, seria necessário no mínimo usar luva. Se não bastasse isso, ainda
temos a infelicidade de ver alguns escaladores usando o "8" com a chamada
"passada esportiva" onde a corda passa pelo olhal maior do "8" e depois pelo
mosquetão, e não pelo pescocinho do "8" como o normal. O uso dessa passada
para dar segurança, mesmo em top rope, é inaceitável. Essa configuração
"rápida", como o próprio nome intui, provê bem menos atrito que a passada
tradicional. Se o uso do "8" com a passada tradicional já não é aconselhável
para assegurar o guia, imagine esta! Além do mais essa passada "rápida"
possibilita que quando não carregado, o "8" monte sobre o gatilho do
mosquetão, e então, quando subitamente carregado por uma queda, o "8" pode
estar criando solicitações de torção e flexão sobre o gatilho do mosquetão,
esforços para os quais ele não foi projetado, podendo assim romper com
cargas muuuuito inferiores à sua carga de ruptura nominal. Mesmo para o
rapel, essa passada, muito usada por canyonistas, que devido ao peso da
corda molhada ficam ávidos por menos atrito no freio, é desaconselhável.
Outro ponto contra o "8" é que ele torce demasiadamente a corda. Como cada
uma das curvas feitas pela corda passando pelo "8" se dá em um plano
diferente, o "8" acaba torcendo a corda, o que reduz sua vida útil e piora a
sua maneabilidade. A forma indicada para se dar segurança ao guia como "8" é
usar seu olhal pequeno exatamente como um freio tipo placa. Passe o chicote
da corda pelo olhal pequeno e depois clipe o chicote da corda no seu
mosquetão HMS com trava da cadeirinha. Como o "8" não possui nem a mola nem
o laço que evita que ele se afaste do mosquetão, ele exige um pouco mais de
cuidado no manuseio, mas funciona bem e de forma eficiente.

 

Nó Meio Fiel, ou nó UIAA ou nó Munter Hitch

            Esta é uma alternativa prática para substituir equipamentos de
freio. Este nó usado como dispositivo de segurança tem sua invenção clamada
pelo escalador suíço chamado Werner Munter. Esse nó passou pela bateria de
testes UIAA para freios de escalada e foi aprovado! No caso de uma queda,
ele tem um poder de frenagem bastante alto, sendo quase auto blocante. Ele
exige o uso 

de um mosquetão tipo HMS de grandes proporções, que permita que o nó vire
livremente de quando passamos de estar dando corda para retezando e
vice-versa. Vale um alerta importante! Uma vez que o nó passa de um lado
para o outro dentro do mosquetão, ele pode, sem que o escalador perceba,
desrosquear e abrir a trava do mosquetão. Olho vivo! Apesar de bastante
eficiente, e de não pesar nada, este nó torce bastante a corda (mais que o
"8"). Trata-se de uma alternativa importante que todo escalador deve saber
fazer e usar, pois é um excelente substituto para quando se perde ou deixa
cair o equipo de freio em uso na escalada.

 

Freio tipo Tubo ou Pirâmide

            Este tipo de freio é chamado no Brasil genericamente de ATC.
Entretanto, esse é um caso parecido com o da lâmina de barbear e da Gilette.
ATC é o nome do modelo de freio prirâmide do fabricante americano Black
Diamond, que foi o primeiro desse tipo a aportar aqui no Brasil após a
liberação das importações. Assim, todos freios tubo ou pirâmide passaram a
ser chamados de ATC, sendo que existem diversos modelos de diferentes
equipamentos de diversos fabricantes disponíveis no Brasil atualmente.

A idéia dos freios tubo ou pirâmide e o seu funcionamento é muito similar ao
do Oinc. O chicote da corda deve ser introduzido no(s) furo(s) do freio e
clipado(s) em um mosquetão HMS. Todos possuem um laço, em geral feito de um
cabo de aço fino revestido de plástico, para evitar que o freio se afaste do
mosquetão. No entanto, o seu formato com os furos na parte superior menores
e os da parte inferior maiores, evitam o travamento involuntário sem a
necessidade da existência da maledita mola como existe nas placas. Além do
mais, sua maior superfície permite uma melhor troca térmica e assim ele
esquenta menos que a placa. Uma dica, que vale também para o uso das placas,
é que se usarmos dois mosquetões de formado semelhante em paralelo presos à
cadeirinha e clipando a(s) cordas(s) que vem do freio, consegue-se uma
frenagem maior. Duas vantagens das placas, tubos e pirâmides em relação ao
"8" são que, primeiro, torcem consideravelmente menos a corda, e segundo que
mesmo um nó de pequenas proporções no fim da corda não permitem que a ponta
escape do freio, permitindo por exemplo que você rapele além do fim da
corda.

 

Freios Automáticos

            Os dispositivos de freio automáticos também são chamados de
"estáticos". Trata-se de uma força de expressão, pois é difícil imaginar
algo estático, uma vez que ele é preso à cadeirinha e qualquer queda ou
solicitação fará que o segurança se desloque ao menos alguns centímetros. O
"estático" se refere ao fato deles praticamente não permitirem a passagem da
corda por eles uma vez que essa é tracionada. O termo automático também não
quer dizer que ele funcione sem o manuseio de uma pessoa. Basicamente, se a
corda for repentinamente tracionada, o dispositivo automaticamente morde e
trava a corda. No entanto, todos os modelos existentes possuem longas
instruções de uso e é fundamental praticar e pegar prática antes de usar
esses aparatos para valer. 

Existem diversos modelos vindos de diferentes fabricantes, mas para citar os
principais, eu diria: o GriGri da Petzl, o Antz da Salewa e o YoYo da Camp.
Os dois primeiros tem um mecanismo ativado com molas e o terceiro é baseado
apenas nas forças ligadas à corda, não sendo "tão automático" quanto os dois
primeiros. Estes são uma alternativa interessante nas seguintes situações:
quando uma pessoa não muito experiente está fazendo sua segurança; em
escalada esportiva, onde muitas vezes o escalador passa um bom tempo
pendurado na corda estudando os movimentos ou descansando (Hang Dog), ou
para segurança em cordadas de artificial que tomam horas, e permitem ao
escalador que dá segurança ficar mais relax. Uma desvantagem desses equipos
é o volume e peso, que o tornam inviáveis para escaladas alpinas por
exemplo. Eles também são deficientes como dispositivos para rapel, uma vez
que só permitem o uso de corda simples. Eles também não servem para uso com
corda dupla (half ou twin ropes) na segurança.

 

Outras Questões

Como recado final, gostaria de lembrar mais uma vez que qualquer um dos
dispositivos descritos acima só vai funcionar adequadamente se você souber
usá-lo. Isso é o mais importante, e disso depende a sua segurança e de seus
amigos.

 

Davi Augusto Marski Filho

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 <mailto:ti em wsystem.com.br> ti em wsystem.com.br

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(19) 3865.2885  (das 09:00 as 17:30h / segunda a sexta)

(19) 9103.6945

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P  Antes de imprimir pense em
seu compromisso com o Meio Ambiente 
e o comprometimento com os Custos

  _____  

De: geeu-l-bounces em listas.unicamp.br
[mailto:geeu-l-bounces em listas.unicamp.br] Em nome de
autopack93-pa em yahoo.com.br
Enviada em: quinta-feira, 7 de dezembro de 2006 06:34
Para: Lista do Grupo de Escalada Esportiva da Unicamp
Assunto: [GEEU-L] freios

 

Bom dia Galera,

 

Sou novo na lista, mas adorei o nivel tecnico da discusão das chapas!

 

Então aqui vai um assunto, se já foi discutido aqui me desculpem, que eu
tenho algumas duvidas.

 

Qual é o melhor freio na escalada??

Considerandoo seguinte.

 

Oito:

Uso e Vantagens:  pode ser usado como blocante em uma ascenção pela corda,
em um sistema de polia ou seg pro segundo (passada italiana); se usado de
maneira correta "nunca" da boca de lobo; se usado de forma correto "nunca"
vai cair acidentalmente colocando ou tirando a corda; controle do atrito
(passada rapida, classica ou vertaculo); extremamete facil de dar chave de
bloqueio (o que dispensa o uso do prusik para realizar paradas durante a
descida); facil uso com cordas duras, molhadas, sujas, grossas e quando vc
tá tão cansado que não aguenta nem apertar a sapata, pode ser usado para
descer com vitima (vertaculo); pode ser usado em corda dupla e dar segurança
para o segundo. Tem mais alguma?

Desvantagens: grande, pesado, torce a corda, na passada classica não é bom
para dar segurança para o primeiro (nunca testei, alguem ai já? é realmente
ruim?), deve ser usado como uma placa se for dar seg pro primeiro (com as
desvantagem de não ter cordelete nem mola); usado como blocante em um
sistema de polia ou seg pro segundo é relativamente mais complicado para
desbloquear. Tem mais alguma?

 

Resumindo, para tecnicas de cordas acho o oito exelente no quesito
versatilidade, para Canyoning não tem melhor. Mas para escalada tem a grande
desvantagem de não se adaptar muito bem para dar seg pro guia.

 

ATC (ou tubulares, piramides):

Uso e Vantagens: leve; compacto; não torce a corda; da seg pro primeiro e
segundo; pode ser usado para descer com vitima (dependendo do ATC nem
precisa vertaculo); pode ser usado em corda dupla; dependendo do ATC tem
dois niveis de atrito. Tem mais alguma?

Desvantagem: pode cair; não serve como blocante; chave de bloqueio mais
complicada (melhor usar o prusik, o que aumento o equipo necessario);
dificil de passar com cordas duras, grossas, sujas, molhadas, ou com as mão
fracas depois de tanto reglet (varia um pouco com o ATC). Tem mais alguma?

 

Resumindo: faz muito bem seu papel de freio, mas parece ser menos versatil.
(acho que é o mais usado em escalada)

 

Reverso:

 Uso e Vantagens: não torce a corda, da seg pro primeiro e segundo, pode ser
usado para descer com vitima (nunca testei), pode ser usado em corda dupla,
tem dois niveis de atrito, pode ser usado como autoblocante para dar seg pro
segundo, em um sistema de polia ou ascenção pela corda; tem um espaço mais
generoso para passar a corda; usado como autoblocante em um sistema de polia
ou seg pro segundo é relativamente facil destravar. Tem mais alguma?

Desvantagem: pode cair; chave de bloqueio mais complicada (melhor usar o
prusik, o que aumento o equipo necessario). Tem mais alguma?

 

Resumindo: Me parece ser o melhor freio para escalada, pois alia a boa
operação como um freio a versatilidade de usos. 

 

 

Quando faço a pergunta de qual o melhor freio não estou pensando para uma
escalada de sabado a tarde na Pedreira do Garcia onde qualquer perrenga
(muito dificil de acontecer) é só chamar os bombeiros e em 15 minutos ta
tudo resolvido. 

Estou pensando em condições "extremas" tais quais escaladas em vias longas
(muito tempo exposto ao tempo), de dificil acesso, altamente desgastante
tanto fisica quanto emocionalmente, rapellando na chuva e/ou a anoite como
uma escalada no Dedo de Deus onde tudo isso pode acontecer. E se vc estiver
em uma perrenga (bem mais provavel de acontecer) e voce seu parceiro e quem
mais voce quiser acreditar que vai te levar de volta pra casa. 

 

 

Espero opiniões, criticas e sugestões!

 

Grande Abraço

Eduardo

 

 

ps: só um acrescimo; em todo lugar se ve que o Gri-gri não pode ser usado em
corda dupla, mas na verdade se vc for o primeiro a rapellar e bem facil e
interessante usa-lo. Basta vc passar uma ponta na ancoragem, fazer um oito,
se clipar e no outro lado da corda instalar o Gri-gri e pronto. É so lembrar
de dar um nozinho na ponta do Gri-gri e vc está rapellando em corda "dupla"
com o Gri-gri com total segurança

 

  _____  

O Yahoo! está de cara nova. Venha
<http://us.rd.yahoo.com/mail/br/tagline/spirit/*http:/br.yahoo.com>
conferir!

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