[GEEU-L] RES: freios

Flávio de Campos Bannwart fcbannwart em uol.com.br
Qui Dez 7 15:25:49 BRST 2006


Nunca usei o Manhone (ou nhonhone ...), mas dizem que é seguro.

Uma forma de improvisar esse sistema é fazer o Yosemite, que consiste em usar 2 ou 3 mosquetões cruzados por fora, na transversal de um outro, que por sua vez é clipado ao mosquetão da cadeirinha. Esses mosquetões cruzados, com os gatilhos pro outro lado da corda (claro !), substituem o tubo de atrito do Magnone.
Certamente esse improviso é melhor que o nó do UIAA.

Acho que tanto o Yosemite como o UIAA devem estar sempre em condições de execução.

Fazem parte da UPS que se pensa em promover no GEEU.

Segurança sempre; e rappel costuma ser a situação de maior risco, dizem as estatísticas.
  ----- Original Message ----- 
  From: Davi Marski (www.marski.org) 
  To: 'Lista do Grupo de Escalada Esportiva da Unicamp' 
  Sent: Thursday, December 07, 2006 8:03 PM
  Subject: [GEEU-L] RES: freios


  Complementando o conteudo do Eduardo, o Mauricio Clauzet fez um texto excelente analisando cada tipo de freio (os mais comuns). Pode ser encontrado na secao TechInfo do www.hangon.com.br   Para faciltitar a vida, reproduzo o texto aqui.

   

  Alem disso, no meu email anterior eu pensei mais rapido do que escrevei, e dei a entender que o UIAA tem alguma coisa ver com as normas CE (coisas completamente diferentes).

   

  Com respeito a freios automáticos, alem do GriGri tem o Cinch da Trango (eu tenho um e adoro, fiz até um review sobre o bicho : http://www.marski.org/artigos_tecnicos/cinch.htm ), tem tambem um grandao da Faders (o SUM), se não me engano o Alex tem um desses e outros... o principio de funcionamento de todos os automaticos é muito semelhante.

   

  Com respeito as avaliacoes do Eduardo eu não achei nada para comentar ! ;-)    Acho que é quase um consenso a utilizacao de freios lineares para a escalada. Eu particularmente tenho usado o Cinch para dar seguranca e para rapelar o ATC normal (sou dinossouro, não comprei nem o ATC XP nem o Reverso... snif snif snif). Na patagonia só se via o pessoal com ATC normal ou o Reverso da Petzl.  Para alta montanha a grande maioria usa o ATC (e variaçoes), em alta montanha realmente tentar passar a corda (as vezes dura pelo congelamento) dentro do ATC é um transtorno irritante.

   

  Se eu não tivesse nenhum freio e fosse montar o meu rack, com certeza ele receberia um ATC XP ou um Reverso.

   

  Como comentário final (sobre freios), alguns anos atrás, em Itatiaia vi um senhor já de uma certa idade escalando... fiquei admiriando a "força" e a destreza do senhor (ele tinha facilmente 60 anos ou mais), olhava a cadeirinha feita de fita, mosquetoes de aço da pré-história... e de repente... o que eu vejo pendurado na cadeirinha dele ?! Um manhone !!!! Sim, um freio do tipo "manhone", uma verdadeira reliquia, coisa da pré-historia, dos primórdios da escalada, coisa tao antiga que nem o freio oito existia quando o italiano Guido Magnone inventou esse negócio...   Minha curiosidade era tao grande (só havia visto isso em livros) que o senhor vendo que eu prestava atençao nele perguntou para mim : 

   

  - Alguma coisa errada ? Posso ajudar em alguma coisa ?

   

  Ao que eu tive de responder, bastante constrangido :

   

  _ o sr. me desculpe, mas isso aí pendurado no seu rack é um freio manhone ?!

   

  O cara abriu um sorriso enorme , veio na minha direçao e me deu o freio para poder olhar de perto...  Quando fui devolver, ele disse que não precisava etc.. e tal, que o manhone era um presente para mim !  Claro que nunca usei tal freio, mas veio para o meu baú de coisas históricas....

   

  Ufa... quanto texto ! Para finalizar, como escrevi no começo do email, segue abaixo o Artigo do Mauricio Clauzet sobre freios :

   

  Este artigo enfoca os dispositivos de freio usados em escalada em rocha e montanhismo. Estes dispositivos de freio são usados tanto para dar segurança a um escalador como para descer de rapel. São os famosos "8" e "Atc's"... Existem dispositivos específicos só para descer de rapel, como os descenders simple, stop e rack, que não servem para a escalada pois não possibilitam que sejam usados para dar segurança, e o Simple e o Stop não permitem o rapel em corda dupla, característica fundamental para um equipo de escalada. Vale lembrar também que qualquer tipo de freio sempre deve ser usado conectado à cadeirinha através de um mosquetão com trava!

   

  Nos primórdios da escalada e do montanhismo, a segurança era feita através de uma passada da corda pelos braços e atrás das costas. Com a evolução da escalada em rocha, e o surgimento de vias cada vez mais verticais e exigentes, surgiu a necessidade de se criar dispositivos com a finalidade específica de frear a corda por atrito, tanto para dar segurança como para se descer de rapel. A idéia é que o cara da segurança pudesse segurar uma grande queda sem ter de segurar a corda com grande esforço.

  Vale lembrar que tudo que vai ser falado aqui de nada vale se você não tiver recebido treinamento para usar o freio e dar segurança. Esse artigo não tem como objetivo ensinar como usar, mas falar sobre o que existe e suas principais características. Como usar o freio e dar segurança é algo que você deve aprender com aulas práticas ministradas por instrutores comprovadamente experientes. OK?

   

  Assim começaram a surgir os freios que conhecemos hoje. A maioria deles foi projetado para ser usado com cordas com diâmetro variando entre 10 e 11mm. Para cordas mais finas, de 9mm por exemplo, é necessário verificar nas instruções do equipo como proceder. Alguns poucos equipamentos são projetados para uso específico com cordas duplas de 8 a 9mm.

   

  Stich Plate, ou Placa, ou Oinc

              O primeiro freio que surgiu foi o "Stich Plate", na década de 70, projetado por engenheiros alemães. No Brasil ele é conhecido simplesmente por "Placa" ou "Oinc" (por lembrar um focinho de porco visto de frente). Era um dispositivo simples e eficiente. Não passava de uma placa de alumínio com dois rasgos paralelos usinados. Introduzia-se o chicote da corda pelo furo (ou pelos furos, no caso de corda dupla) clipando-se a seguir o chicote em um mosquetão HMS preso à cadeirinha. Ao ser solicitado por uma queda a placa descia encostando no mosquetão e travando a corda. Esse freio também pode ser usado para rapel. Há ainda um laço de corda ou cordim que deve ser também clipado ao mosquetão HMS (pera) evitando que o freio se afaste demais do mosquetão e prejudique a frenagem. Posteriormente adicionaram uma mola à parte inferior da placa, que faz com que esta fique a uma certa distância do mosquetão, e evitando que a corda trave involuntariamente quando dando corda para o guia fazer uma costura por exemplo. No caso de uma queda, a carga pressiona facilmente a mola e tudo se passa como se ela não existisse. Bom, apesar dessa mola ter melhorado a usabilidade do equipo, trouxe de quebra uma incrível tendência dessa mola enroscar em tudo quando guardamos na mochila ou quando se caminha com ela presa à cadeirinha pela mata... 

   

  Freio Oito

              Este é um dispositivo que rapidamente se tornou bastante popular como dispositivo para segurança, principalmente aqui no Brasil. No entanto, ele não apresenta poder de frenagem suficiente para dar segurança para um guia de cordada. Para top rope e rapel está OK, mas para dar segurança para o guia, seria necessário no mínimo usar luva. Se não bastasse isso, ainda temos a infelicidade de ver alguns escaladores usando o "8" com a chamada "passada esportiva" onde a corda passa pelo olhal maior do "8" e depois pelo mosquetão, e não pelo pescocinho do "8" como o normal. O uso dessa passada para dar segurança, mesmo em top rope, é inaceitável. Essa configuração "rápida", como o próprio nome intui, provê bem menos atrito que a passada tradicional. Se o uso do "8" com a passada tradicional já não é aconselhável para assegurar o guia, imagine esta! Além do mais essa passada "rápida" possibilita que quando não carregado, o "8" monte sobre o gatilho do mosquetão, e então, quando subitamente carregado por uma queda, o "8" pode estar criando solicitações de torção e flexão sobre o gatilho do mosquetão, esforços para os quais ele não foi projetado, podendo assim romper com cargas muuuuito inferiores à sua carga de ruptura nominal. Mesmo para o rapel, essa passada, muito usada por canyonistas, que devido ao peso da corda molhada ficam ávidos por menos atrito no freio, é desaconselhável. Outro ponto contra o "8" é que ele torce demasiadamente a corda. Como cada uma das curvas feitas pela corda passando pelo "8" se dá em um plano diferente, o "8" acaba torcendo a corda, o que reduz sua vida útil e piora a sua maneabilidade. A forma indicada para se dar segurança ao guia como "8" é usar seu olhal pequeno exatamente como um freio tipo placa. Passe o chicote da corda pelo olhal pequeno e depois clipe o chicote da corda no seu mosquetão HMS com trava da cadeirinha. Como o "8" não possui nem a mola nem o laço que evita que ele se afaste do mosquetão, ele exige um pouco mais de cuidado no manuseio, mas funciona bem e de forma eficiente.

   

  Nó Meio Fiel, ou nó UIAA ou nó Munter Hitch

              Esta é uma alternativa prática para substituir equipamentos de freio. Este nó usado como dispositivo de segurança tem sua invenção clamada pelo escalador suíço chamado Werner Munter. Esse nó passou pela bateria de testes UIAA para freios de escalada e foi aprovado! No caso de uma queda, ele tem um poder de frenagem bastante alto, sendo quase auto blocante. Ele exige o uso 

  de um mosquetão tipo HMS de grandes proporções, que permita que o nó vire livremente de quando passamos de estar dando corda para retezando e vice-versa. Vale um alerta importante! Uma vez que o nó passa de um lado para o outro dentro do mosquetão, ele pode, sem que o escalador perceba, desrosquear e abrir a trava do mosquetão. Olho vivo! Apesar de bastante eficiente, e de não pesar nada, este nó torce bastante a corda (mais que o "8"). Trata-se de uma alternativa importante que todo escalador deve saber fazer e usar, pois é um excelente substituto para quando se perde ou deixa cair o equipo de freio em uso na escalada.

   

  Freio tipo Tubo ou Pirâmide

              Este tipo de freio é chamado no Brasil genericamente de ATC. Entretanto, esse é um caso parecido com o da lâmina de barbear e da Gilette. ATC é o nome do modelo de freio prirâmide do fabricante americano Black Diamond, que foi o primeiro desse tipo a aportar aqui no Brasil após a liberação das importações. Assim, todos freios tubo ou pirâmide passaram a ser chamados de ATC, sendo que existem diversos modelos de diferentes equipamentos de diversos fabricantes disponíveis no Brasil atualmente.

  A idéia dos freios tubo ou pirâmide e o seu funcionamento é muito similar ao do Oinc. O chicote da corda deve ser introduzido no(s) furo(s) do freio e clipado(s) em um mosquetão HMS. Todos possuem um laço, em geral feito de um cabo de aço fino revestido de plástico, para evitar que o freio se afaste do mosquetão. No entanto, o seu formato com os furos na parte superior menores e os da parte inferior maiores, evitam o travamento involuntário sem a necessidade da existência da maledita mola como existe nas placas. Além do mais, sua maior superfície permite uma melhor troca térmica e assim ele esquenta menos que a placa. Uma dica, que vale também para o uso das placas, é que se usarmos dois mosquetões de formado semelhante em paralelo presos à cadeirinha e clipando a(s) cordas(s) que vem do freio, consegue-se uma frenagem maior. Duas vantagens das placas, tubos e pirâmides em relação ao "8" são que, primeiro, torcem consideravelmente menos a corda, e segundo que mesmo um nó de pequenas proporções no fim da corda não permitem que a ponta escape do freio, permitindo por exemplo que você rapele além do fim da corda.

   

  Freios Automáticos

              Os dispositivos de freio automáticos também são chamados de "estáticos". Trata-se de uma força de expressão, pois é difícil imaginar algo estático, uma vez que ele é preso à cadeirinha e qualquer queda ou solicitação fará que o segurança se desloque ao menos alguns centímetros. O "estático" se refere ao fato deles praticamente não permitirem a passagem da corda por eles uma vez que essa é tracionada. O termo automático também não quer dizer que ele funcione sem o manuseio de uma pessoa. Basicamente, se a corda for repentinamente tracionada, o dispositivo automaticamente morde e trava a corda. No entanto, todos os modelos existentes possuem longas instruções de uso e é fundamental praticar e pegar prática antes de usar esses aparatos para valer. 

  Existem diversos modelos vindos de diferentes fabricantes, mas para citar os principais, eu diria: o GriGri da Petzl, o Antz da Salewa e o YoYo da Camp. Os dois primeiros tem um mecanismo ativado com molas e o terceiro é baseado apenas nas forças ligadas à corda, não sendo "tão automático" quanto os dois primeiros. Estes são uma alternativa interessante nas seguintes situações: quando uma pessoa não muito experiente está fazendo sua segurança; em escalada esportiva, onde muitas vezes o escalador passa um bom tempo pendurado na corda estudando os movimentos ou descansando (Hang Dog), ou para segurança em cordadas de artificial que tomam horas, e permitem ao escalador que dá segurança ficar mais relax. Uma desvantagem desses equipos é o volume e peso, que o tornam inviáveis para escaladas alpinas por exemplo. Eles também são deficientes como dispositivos para rapel, uma vez que só permitem o uso de corda simples. Eles também não servem para uso com corda dupla (half ou twin ropes) na segurança.

   

  Outras Questões

  Como recado final, gostaria de lembrar mais uma vez que qualquer um dos dispositivos descritos acima só vai funcionar adequadamente se você souber usá-lo. Isso é o mais importante, e disso depende a sua segurança e de seus amigos.

   

  Davi Augusto Marski Filho

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  ti em wsystem.com.br

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  (19) 3865.2885  (das 09:00 as 17:30h / segunda a sexta)

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  www.marski.org               Marski - Montanhismo e Escalada

   

   

  P  Antes de imprimir pense em
  seu compromisso com o Meio Ambiente 
  e o comprometimento com os Custos


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  De: geeu-l-bounces em listas.unicamp.br [mailto:geeu-l-bounces em listas.unicamp.br] Em nome de autopack93-pa em yahoo.com.br
  Enviada em: quinta-feira, 7 de dezembro de 2006 06:34
  Para: Lista do Grupo de Escalada Esportiva da Unicamp
  Assunto: [GEEU-L] freios

   

  Bom dia Galera,

   

  Sou novo na lista, mas adorei o nivel tecnico da discusão das chapas!

   

  Então aqui vai um assunto, se já foi discutido aqui me desculpem, que eu tenho algumas duvidas.

   

  Qual é o melhor freio na escalada??

  Considerandoo seguinte.

   

  Oito:

  Uso e Vantagens:  pode ser usado como blocante em uma ascenção pela corda, em um sistema de polia ou seg pro segundo (passada italiana); se usado de maneira correta "nunca" da boca de lobo; se usado de forma correto "nunca" vai cair acidentalmente colocando ou tirando a corda; controle do atrito (passada rapida, classica ou vertaculo); extremamete facil de dar chave de bloqueio (o que dispensa o uso do prusik para realizar paradas durante a descida); facil uso com cordas duras, molhadas, sujas, grossas e quando vc tá tão cansado que não aguenta nem apertar a sapata, pode ser usado para descer com vitima (vertaculo); pode ser usado em corda dupla e dar segurança para o segundo. Tem mais alguma?

  Desvantagens: grande, pesado, torce a corda, na passada classica não é bom para dar segurança para o primeiro (nunca testei, alguem ai já? é realmente ruim?), deve ser usado como uma placa se for dar seg pro primeiro (com as desvantagem de não ter cordelete nem mola); usado como blocante em um sistema de polia ou seg pro segundo é relativamente mais complicado para desbloquear. Tem mais alguma?

   

  Resumindo, para tecnicas de cordas acho o oito exelente no quesito versatilidade, para Canyoning não tem melhor. Mas para escalada tem a grande desvantagem de não se adaptar muito bem para dar seg pro guia.

   

  ATC (ou tubulares, piramides):

  Uso e Vantagens: leve; compacto; não torce a corda; da seg pro primeiro e segundo; pode ser usado para descer com vitima (dependendo do ATC nem precisa vertaculo); pode ser usado em corda dupla; dependendo do ATC tem dois niveis de atrito. Tem mais alguma?

  Desvantagem: pode cair; não serve como blocante; chave de bloqueio mais complicada (melhor usar o prusik, o que aumento o equipo necessario); dificil de passar com cordas duras, grossas, sujas, molhadas, ou com as mão fracas depois de tanto reglet (varia um pouco com o ATC). Tem mais alguma?

   

  Resumindo: faz muito bem seu papel de freio, mas parece ser menos versatil. (acho que é o mais usado em escalada)

   

  Reverso:

   Uso e Vantagens: não torce a corda, da seg pro primeiro e segundo, pode ser usado para descer com vitima (nunca testei), pode ser usado em corda dupla, tem dois niveis de atrito, pode ser usado como autoblocante para dar seg pro segundo, em um sistema de polia ou ascenção pela corda; tem um espaço mais generoso para passar a corda; usado como autoblocante em um sistema de polia ou seg pro segundo é relativamente facil destravar. Tem mais alguma?

  Desvantagem: pode cair; chave de bloqueio mais complicada (melhor usar o prusik, o que aumento o equipo necessario). Tem mais alguma?

   

  Resumindo: Me parece ser o melhor freio para escalada, pois alia a boa operação como um freio a versatilidade de usos. 

   

   

  Quando faço a pergunta de qual o melhor freio não estou pensando para uma escalada de sabado a tarde na Pedreira do Garcia onde qualquer perrenga (muito dificil de acontecer) é só chamar os bombeiros e em 15 minutos ta tudo resolvido. 

  Estou pensando em condições "extremas" tais quais escaladas em vias longas (muito tempo exposto ao tempo), de dificil acesso, altamente desgastante tanto fisica quanto emocionalmente, rapellando na chuva e/ou a anoite como uma escalada no Dedo de Deus onde tudo isso pode acontecer. E se vc estiver em uma perrenga (bem mais provavel de acontecer) e voce seu parceiro e quem mais voce quiser acreditar que vai te levar de volta pra casa. 

   

   

  Espero opiniões, criticas e sugestões!

   

  Grande Abraço

  Eduardo

   

   

  ps: só um acrescimo; em todo lugar se ve que o Gri-gri não pode ser usado em corda dupla, mas na verdade se vc for o primeiro a rapellar e bem facil e interessante usa-lo. Basta vc passar uma ponta na ancoragem, fazer um oito, se clipar e no outro lado da corda instalar o Gri-gri e pronto. É so lembrar de dar um nozinho na ponta do Gri-gri e vc está rapellando em corda "dupla" com o Gri-gri com total segurança

   


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